Conservar ou progredir?

Quando o coletivo age, sempre existirá um UNO pensamento por trás, esse pensamento gera a convicção para tal ação, não é de espantar o que vivemos hoje, oque as pessoas denominam como polarização é somente desejo de uma nova verdade, um novo norte coletivo, onde tem fortes conexões a uma intuição não explicativa, é algo de dentro que externalizou, devido o incansável trabalhos de pessoas como: Olavo de Carvalho, Enéias e etc. estes são combustíveis para uma nova direção, porém não adianta ter combustível se não existe um meio de como alcançar tal objetivo. Muito se fala hoje de conservadorismo, porém é um determinado grupo apenas que realmente conhece, e “sabe” do que realmente significa, então como pode uma esmagadora maioria da população vestir esta camisa? Vamos definir o “saber” em duas colunas, na direita temos o saber prático que, é o saber como conceito e o dominio da sua pragmática, na outra coluna temos, o saber especulativo, que é o saber apenas como intuição, sem os conhecimentos dos conceitos que formaram em volta do conservadorismo. 

Acredito que este movimento sem um preparo realmente verdadeiros dos que dominam o termo como conceito, leva a grandes brutalidades coletivas, o esmagamentos de verdade per si, ou o predomínio do senso comum, ou do especialismo moderno que impera em nosso meio.

O caminho é longo, a viajem é turbulenta, e quem dominará? Será que esse conservadorismo que surgiu hoje surpreendentemente vai criar raízes intelectuais? Acompanhe isso tudo nos próximos anos, uma novela chamada Brasil.

Seu fachista, vá estudar!

Parece que a nova moda para ganhar nos argumentos é mandar estudar, como se estudar moldasse o presente, da até a entender um novo conceito de historia, como se a historia moldasse o futuro, e não fosse apenas uma forma de análise do passado. No passado os antigos iam a oráculos, videntes, para prevêem ou para anteceder algum acontecimento futuro, hoje eles vão até uma biblioteca, abrem um  livro e vêem e prevêem o futuro, cada passo, cada ação. Diante disso, fico pensando, a maior idiotice do mundo foi queimar a biblioteca de Alexandria, talvez seja por esse motivo que a africa ainda continua escravizada pela fome e a miséria, e apenas a europa enriqueceu, já que somente eles construíram bibliotecas e universidades. 

No século passado, muitos foram os estudiosos que devotaram a estudar psicologicamente coisas como amor e ódio, neste século estamos tão avançado que, as definições de ódios, são percebidas em meio a euforia, paixões, desencanto, e mais, quem as definem são pessoas que tem como ofício, jornalismo, analistas, comentarista, deputados, ativistas, senadores e etc. E olha que, no Brasil, museus pegam fogos, bibliotecas pegam fogo, pessoas são assassinadas, estatisticamente mata mais no Brasil do que nas guerras da síria, aquelas guerras que os brasileiros, horrorizados, sentiram na consciência que deviam colocar em seu perfil frases como “Paz na Síria”. 
Nessa moda, totalmente baseados em estudos é claro, surgiram novos xingamentos também, palavras tipo, racistas, homofóbicos, fascistas, e quem é enquadrado nesse meio? Todo mundo que, um dia na vida, não falo ao mundo como ama a democracia, ou nunca declarou amor aos outros, e também todo mundo que não pensa igual eles é claro, afinal eles são estudados, todos eles previram o futuro através dos livros de história esqueceu?
Por isso não discuta, estude. Quem sabe um dia você pode ser racista, sem ser considerado fascista, ser homofóbico sem ser considerado racista, e ser racista sem ser considerado homofóbico.

Toca Raul

De fato, como Raul preferiria ser, o Brasil se tornou, uma metamorfose ambulante, que de escolhas e escolhas, sempre de um modo inconsciente, caminhou ante o ideal que predominou o mundo no último século, de um povo sem o conhecimento, apenas seguindo uma intuição sapiencial, seguiu o caminho de suas raízes. Em muitas metamorfoses, a história Brasileira pode ser resumida. Um Rei que chegou a uma terra obscura, com um tanto de ser não primitivo culturalmente, mas que não retinha inteligências digamos tecnológica, esse Rei, em meio ao caos foi bem recebido, mostrando claramente a maior característica do povo que surgiria ali naquele lugar, deste Rei, que no meio de um sonho, teria que retornar a sua normal realidade, mas que não desistiria daquele sonho, sagaz como era, de uma inteligência, deixou parte dele para a continuação deste mesmo sonho, o novo Rei, que não tinha nada do antigo Rei, mas tinha o tudo que o antigo Rei gostaria de ter, deste Rei, já com a coragem daquele povo que se formou, povo novo, diferente, metade índio, metade português, metade africano e mais alguns, estes não eram mais suas raças, se tornaram algo maior, se tornaram uma ideia, uma vontade, desejo, que ainda estava incompleto, que ainda não era dono de sí, este novo Rei, entendeu, e soube, que o antigo Rei o deixou ali por um propósito, uma missão nobre, de fazer aquele povo diferente, um novo povo, uma nova nação, soberana em si mesmo, dona de sí, e esta foi a missão deste Rei, que quando cumprida, estava completa a segunda metamorfose, até então a mais importante. Deste Rei Herói, que cumprido o seu desígnio, surge então o terceiro Rei, este que diferente de seu anterior, trilhou o caminho escuro, parecido com o caminho do primeiro Rei, este terceiro Rei, mais inteligente, mais humano, mais moderno, fez de seu reino grande, grande em si mesmo, grande de orgulho, que este erro, fez de seu dourado reinado, uma ruptura mergulhou este reino no caos, que prosseguiria por ironia do destino até onde ele jamais sonharia chegar. Assim como uma metamorfose passos  são seguidos, este reino também seguiria até hoje, onde vemos também uma metamorfose, diferente, formosa, mais inteligente, mais conscientes, eu não diria que é a final, porém posso intuir que está para terminar, o momento onde a borboleta abre suas asas, e mostra toda sua beleza, que por meio da dor, do sacrifício, da metamorfose ela adquiriu. Somo Brasil. Firmes por dentro, como pau Brasil.

O Brasil que eu quero para mim.

O engraçado dessas eleições é que temos, de um lado uma galera maluca para fazer algo que não existe, baseado em não sei o que, tentando justificar os erros dos maiores ladrões do Brasil. Do outro lado temos, pessoas malucas que sonham com algo que não existe baseado no que acredita. Resumindo, os dois querem algo que não existe baseado em premissas que ou já deram errado, ou nunca foram testada e são apenas achismo. O conceito de política foi resumido em, policia e ladrão, como aquelas brincadeiras de crianças. Porem independente de quem for eleito, teremos nos anos seguinte, um abismos entre as bases sociais, educacionais, intelectuais, uma demanda de pragmatismo exagerado, que só pode resultar em ações e decisões ruins, uma briga exagerada no setor intelectual por divergência de opiniões sobre a concepção de mundo, as políticas públicas pelo pragmatismo,  serão totalmente deformada e modificadas, levando o mundo político a repensar a forma de fazer a tal política, isso se dará pela maioria no pensamento ditos direitistas que tem divergências claras no modo de como fazer, e não, no que fazer. A influência cultural será maior no imaginário coletivo, já que, o visível rebaixamento da atual mídia teve uma reação muito grande nos conceitos noticiários, obrigando o surgimento de mídias alternativas nas redes sociais, diminuindo a demanda da mídia tradicional, obrigando ela a uma recontratação nos modos de operação. O impacto econômico é o mais imprevisível, devido a descrença que existiu até agora, porem com os sinais correto, ela se encaminhará com mais velocidade  que a mudança intelectual, devido o pragmatismo econômico, e ela será o ponto chave para definir a velocidade das outras mudanças ditas acima, o imaginário coletivo será redesenhado pelo pragmatismo econômico dando mais velocidade a mudança intelectual, resultando no aumento cultural do país.

#memédiná #podeescrever #naoépromessadepolitico