A comovente história de um Rei sem Trono

Em todas histórias de reis, a sempre um conto, uma brisa que leva nossa imaginação a patamares elevadíssimos de excitação. Não é diferente com o D. José de Abreu, autoproclamado Imperador do Brasil no ano de 2019. Sem uma princesa sua história foi um pouco incompleta, mas não lhe faltava opções na escolha de um cônjuge, já que estar com os dois gêneros da espécie humana, faz de si, completo em seu próprio conto, em sua própria história.

Como em toda história de Príncipe, teria de ter uma fabula, uma maldição, um bruxo. E essa aqui não poderia ser diferente.

A maldição de um passado, era o seu peso, passado este, que, pessoalmente não lhe atribuía mal, nem o faria repensar sob qualquer aspecto, pois não era o passado que nosso nobre autoproclamado Imperador desejava. Em sua nobre vida, em sua nobre história, tudo que deseja, é um nobre futuro, com um nobre destino, onde a paz e liberdade.

José de Atreu, o autoproclamado Imperador do Brasil, tinha como seu algoz, o mais terrível e feroz homem. Aquele que o seu próprio povo escolheu, em uma maquiavélica estratégia de dominação, do pior tipo que pode ser mensurada e compreendida. Seu nobre povo que possuído pelo ódio burguês, não conseguia ver que os seus próprios lideres o escravizavam, e somente ele, o Digníssimo, o Nobre, o Puro, o senhor D. José de Abreu o poderia libertar.

E como chegou até esse ponto?

É aqui que entra o maior bruxo de todos os tempos, um conhecedor das estrelas, e das artes místicas do intelecto, o amado e odiado Conde Olavo, portador de uma legião que estremecia e abatia qualquer outra casa do nosso querido Império. Em sua ardilosa e impressionante habilidade intelectuais, o Conde Olavo, destruiu o plano de mais de 30 anos em execução. Plano este idealizado pelas casas imperiais, Globo, USP.

O Conde Olavo, em sua ardilosa campanha de pirotecnia intelectual, construiu durante 20 anos, começando 10 anos após a dominação das casas imperiais, Globo, USP. Um novo plano, ele que outrora fora expulso da aliança Globo, USP, jurou-as de morte, e trabalhou por anos e anos até seu plano começar a dar frutos.

Tempos mais tardes a estratégia do Conde começou a dar frutos, dele, saiu numerosos legionários, fazendo campanhas e usando as mesmas ardilosas técnicas do Conde. Foram recrutando mais e mais legionários.

Até que chegou o ano de 2018, o ano que o Conde despertou o maior e mais terrível inimigo do nosso querido e autoproclamado Imperador.

Muitos não atrevem a falar o nome desse homem, um verdadeiro bárbaro, ele, que é diametralmente oposto ao nosso nobre Imperador, com suas artes conservadoras, e sua luta pela família, não podia ser mencionado, pois causava maldições. O inimigo do nosso querido autoproclamado Imperador estava a um passo de ocupar a cadeira e o título de imperador do Brasil. No bastião da vanguarda, separando o inimigo do nosso autoproclamado Imperador da cadeira imperial, estava apenas as casas imperiais Globo e USP, e era neles que nosso querido autoproclamado imperador confiava a deter o ataque do inimigo. Foi a maior batalha da história do Império do Brasil, batalha que definiria o vencedor pelos detalhes.

Porém as casas imperiais Globo e USP não contavam com a aliança do algoz com o conde Olavo e toda sua legião.

Em um ato falho, em uma imprecisão, os amigos do nosso querido autoproclamado Imperador perderam a guerra, fazendo o nosso querido e autoproclamado Imperador do Brasil D. José de Abreu, usar sua ultima arma, sua ultima estratégia, a autoproclamação do Império do Brasil. Entrava ele em conflito direto com o Imperador eleito pelo povo do império. Decisão está que fazia nosso querido autoproclamado imperador chorar de tristeza. Não entendia ele, como seu povo poderia querer algo tão ruim como o conservadorismo.

Começava-se então no ano de 2019, um racha no Império do Brasil, o nosso querido D. José de Atreu, contra o mais maligno e bárbaro, D. Jair Bolsonaro.

O que será do Império do Brasil? E o seu povo?  Que caminho percorrerá?

Parabéns Mulheres

As mulheres, foi entregue a chave do futuro, pela sensibilidade, tolerância. Desde a primeira mulher, vocês sempre tiveram as mais duras escolhas, e os mais pesado destinos.

De Eva, que da sua escolha pela consciência, escolheu, e o mundo se transformou. Por trás do grande Abraão, estava Sara, a perseverante, pois perseverou com Abraão até o cumprimento das promessas. Junto do grande mestre da vida, do amor,  Jesus, estava também uma mulher, Maria, esta que teve a honra e a responsabilidade de criar e educar, o Rei dos Reis, e o fez com maestria, portanto, você mulher, tu é especial, e de você e por você, um futuro será criado.

Portanto, Parabéns mulheres, não por hoje, mas por ser quem são, perfeita, simpática, deusa, anjo, formosa, exuberante, inteligente, espetacular, princesa, joia rara, adorável, preciosa, sincera, graciosa, nobre, generosa, educada, amorosa, carinhosa, meiga, estonteante, esplendorosa e rainha.

Parabéns a todas mulheres do mundo!!!

Bom senso, ou apenas vergonha alheia?

O senhor Jair Bolsonaro, que muito na campanha posou como conservador, e aglutinou todo um desejo de uma direita liberal, direita que por muito tempo, desiludida no cenário político por falta de representação.

Este senhor foi protagonista em um episódio que eu, particularmente, achei muito engraçado, não pelo fato ocorrido, mas pelas reações das pessoas mediante o fato. No dia 5 de março, o senhor Presidente publicou em seu twitter, um vídeo de 2 elementos, fazendo algo que é cientificamente (como nome técnico), chamado de  Golden Shower ou chuva dourada, que é uma pratica intima entre dois casais, onde um urina no outro, representando a tal chuva dourada (se vocês forem fazer isso, bebam pouco liquido, se não será White Shower  ahhahahaha ).

Bom, como eu disse anteriormente, o engraçado não é o fato, mas a reação das pessoas mediante o fato.

As criticas ao post do Presidente vieram dos mais variados tipos de pessoas, uns questionam o seu “conservadorismo” outros dizem que ele não deveria postar coisas deste tipo, estão preocupados com a imagem do Brasil (depois da Dilma, isso é pra foder né), outros dizem que ele deveria estar mais engajado na reforma da previdência e etc. Pessoal, deixa eu contar um segredo a vocês, o tio Bolsonaro, está convocando uma guerra cultural, e isso explica exatamente nele ser conservador. Colocarei aqui exatamente o que ele escreveu no post em questão: “Não me sinto confortável em mostrar, mas temos que expor a verdade para a população ter conhecimento e sempre tomar suas prioridades. É isto que tem virado muitos blocos de rua no carnaval brasileiro. Comentem e tirem suas conclusões”. Para um bom leitor, é visível que ele literalmente joga a toalha, quando ele diz: “sempre tornar suas prioridades”, é o mesmo que dizer “é isso que vocês querem? É isso que acontece no campo moral, vocês querem isso para os seus filhos? – Então no final: “Comentem e tirem suas conclusões”. E quanto mais comentário contrario dos seus opositores da mídia, e do establishment, mais ele escancara a hipocrisia deles, não em relação a qualidade do carnaval, mas por terem que abominar ações como a do vídeo em questão, então ele muda o consenso de certo ou errado, e cria convergência contraria a atitude do vídeo, fazendo todos, Conservadores, progressistas, direitistas, esquerdistas, concordarem em abominar este tipo de atitude.

Pronto, alcançou seu objetivo. Fez o Brasil conservador provar que é conservador.

Toda massa, é movida por impulsos simples, e o próprio Bolsonaro já se provou conhecedor disso, comandos simples, baseado em consensos nacionais. Frases pequenas e simples, que condicionam sentimentos de muitos, frases como: “Tem que se fuder, pronto acabou!” essas frases encaixam em qualquer contexto social, obviamente com o bandido como sujeito né.

Deixarei uma publicação de uma pessoa chamada Rafael Bottentuit, que me fez escrever esse texto.

“Bolsonaro é um gênio intuitivo, e talvez ele nem saiba disso — ou talvez saiba e finge que não.

Numa tuitada simples, ele fez a extrema-esquerda e a imprensa chamarem de “pornografia” o que sempre se esforçavam para contextualizar como “arte”; e os fez também clamar por auto-censura de algo que os próprios exigem liberdade para fazer e exibir.

Não foi por acaso que o Jair chegou lá.

Ps.: isso é análise, e não torcida.”