O mais instável, mais intenso e mais extenso.

Livro – Aurora de Aurorea. Escrito e não lançado. Autor – Lemos de Alcântara.

P.1[…] E em seu último dia, ela espera ansiosamente por apenas uma parte, uma ação qualquer além da própria física de newton. É angustiante esperar cada minuto, segundo, sem um mínimo de certeza de que algo virá, ou alguém, quem sabe.

P.2 De um outro lado da vida, está ele, onde sempre esteve, com uma simples resposta para todas as coisas (para não dizer simplista), sem se empenhar em nenhum sentido, nem dos pontos cardeais para um mínimo de esperança de alguém que espera.

P.3 A ansiedade, sem a mínima intenção de controlar seus desejos, trás em todos os sentidos, motivos, razões, para uma grande e embolada linha de raciocínio. Já não faz nenhum sentido a percepção real da imaginação. Todas as coisas são razões absolutas para levar adiante teses e mais teses – Einstein se embolaria em tantos raciocínios lógicos e não lógicos.

P.4 Para o que está do outro lado, não passa apenas de confusões sobre ser, e sentir. E como uma verdade inegável em seu ponto, diz ser irreal, baseando em conceitos simples de 1+1, não consegue ir além dessa matemática básica. É como construir um foguete de intenções a partir da combustão de fogos de artifícios.

P.5 Para ela, tão obvio como foi para Julieta, é inadmissível tornar-se impossível por um empecilho tão pequeno como 1+1=2 […]

[Amor]

Se é sobre o Amor que falaremos hoje, não é possível sem nos debruçarmos sobre aqueles que podem amar. Tal capacidade única e inata que esclarece e escurece todos nós que nos definimos como humanos.

O amor é tão simples quanto a realidade.

A frase demonstra todo primarismo de alguém que vive. Sem ao menos ter se perguntado, oque é viver? Outra forma de ver o mundo é as perguntas. Também a busca, mesmo sem nunca ter perguntado (alguns chamam de instinto).

E não se engane, todas elas têm a ver com o amor.

Vamos pensar por aquele breve texto que inciei, a princípio a esperança, desejo, uma resolução. Coisa comum, simples. P.1

Do outro lado, a uma certeza latente de algo, sem o menor resquício de incerteza, para uma solução, para um caminho. Coisa comum, simples. P.2

Com o tempo a esperança vira angustia, e assim sucessivamente. Tornando complexo a ideia de ser, ter, fazer. P.3

Por outro lado, a certeza se aumenta, e a verdade se torna obvia. Quando se tem ideia de um conceito, usa-se a realidade para uma obvia solução, a fim de não se complicar. P.4

Enquanto um parece se afundar em uma nebulosa tormenta de pensamentos. Todos os sentimentos e desejos, fazem da realidade uma fórmula complexa, constroem-se castelos de conceitos. P.5

Formando pelo menos para mim, a coisa mais linda desse negócio que chamamos de vida. Não se pode ser tudo, a menos que você ame.

Ele é a possibilidade de junção de tudo que é especulativo e prático, e além disso, ele próprio luta para compor-se a realidade. Todas as pessoas do mundo, não conseguiria nada se não houvesse em algum momento de sua vida, tudo o que esses (P) expressaram.

É a realidade inegável aos olhos de todos aqueles que São (Ser), Tem (Buscam) e fazem (Procuram).

O mais intenso, mais instável e mais extenso.

STF – Sem Trabalho Formal

Já virou notícia em tudo quanto é lugar, o fato do STF ter julgado a prisão em segunda instância. Para quem está por ventura em um universo paralelo à realidade Brasileira, vou explicar aqui o acontecido.

É consenso no planeta inteiro que, todo aquele que cometer crime, deve ser julgado a luz de um código jurídico.

Lições preliminares de Direito – Miguel Realepg1.Ora, aos olhos do homem comum o Direito é lei e ordem, isto é, um conjunto de regras obrigatórias que garante a convivência social, graças ao estabelecimento de limites à ação de cada um de seus membros.”

No Brasil em específico, existe por natureza dois conjuntos de regras, sendo eles: Código Criminal que foi criado pelo decreto-lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940, pelo então presidente Getúlio Vargas durante o período do Estado Novo. Sendo de forma lógica, esse o primeiro conjunto de regras obrigatórias para a garantia da “convivência social”. – (1937 havia uma constituição, para o bom funcionamento institucional, para não ser contraditório e haver o mínimo de ordem e convivência institucional).

Porém em dissonância linguística, sob qualquer tipo de interpretação, e perspectiva sob o interpretado, também existe uma Constituição Federal Aprovada pela Assembleia Nacional Constituinte em 22 de setembro de 1988 e promulgada em 5 de outubro de 1988.

Para além das contradições óbvias que surgiriam entre os dois conjuntos de regras obrigatórias seja pelo tempo, pela diferença cultural perpetuado pelo tempo, e também pelo entendimento social sobre essas questões, eles foram feitos com mesma abrangência jurídica, com a mesma qualidade, para julgamento, sendo um não complementar ao outro, mas até mesmo contraditório em discurso, ou em intenção.

Lições preliminares de Direito – Miguel Realepg1. Um grande pensador contemporâneo, Martin Heidegger, afirma com razão que toda pergunta envolve, de certa forma, uma intuição do perguntado […] assim como um cientista, para realizar uma pesquisa, avança uma hipótese, conjectura uma solução provável, sujeitando-a a posterior verificação.

O que houve no Brasil no dia de ontem, para além da intenção obvia de tirar da prisão alguns agentes políticos, foi o resultado dessas contradições, por termos uma constituição inobjetiva, com um senso de proteção quase que incompreensível, em contraditório com um outro conjunto de regras, essa então com a intenção de aprisionamento ao que age torto, que não se comporta de acordo com as regras do Direito.

A palavra Constituição, vem do termo latim Constitutio, que significa “condição definida, ato de estabelecer, regulamentação, ordem. Nesse sentido a forma que a constituição Brasileira foi feita, é um poço de hiperativismo e de termos antropomórficos, como se o os constituintes fosse a replicação de Moisés que recebeu as regras divinas.

Lições preliminares de Direito – Miguel Reale – Cap IV, pag 33 – O mundo Ético.

A característica da imperatividade do Direito como de todas as normas éticas, – embora tenha sido e continue sendo contestada, – parece-nos essencial para uma compreensão realística da experiência jurídica ou moral. Tudo está, porém, em não conceber a imperatividade em termos antropomórficos, como se atrás de cada regra de direito houvesse sempre uma autoridade de arma em punho para impor seu adimplemento […] O certo é que toda norma enuncia algo que deve ser, em virtude de ter sido reconhecido um valor como razão determinante de um comportamento declarado obrigatório.

Para além da obviedade, da posição de interpretadores de Constituição ser totalmente desvirtuosa, e nunca sequer poder ter controle ou projeção de um valor como razão determinante de um comportamento. Ela é também antropomorficamente totalitária, pois precisa-se considerar os interpretadores, como inumanos, ou pessoas sem intenções, cujo juízo de valor é tão abrangente de modo a envolver todos de uma sociedade e não grupos elitistas.

Novamente e infelizmente, o analfabetismo faz do Brasil, o país mais bárbaro. Um país político, no pior significado da palavra político.

Ao Consolador

Momentos antes da Crucificação, Cristo fazia seus últimos preparos. E também ensinava aos seus Apóstolos as suas últimas e importante missão e também a promessa do outro Consolador..

João 14:1-31

Disse-lhe Jesus: Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito. Vou preparar-vos lugar. E quando eu for, e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos levarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também. Mesmo vós sabeis para onde vou, e conheceis o caminho.

Disse-lhe Tomé: Senhor, nós não sabemos para onde vais; e como podemos saber o caminho?

Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim. Se vós me conhecêsseis a mim, também conheceríeis a meu Pai; e já desde agora o conheceis, e o tendes visto.

Vamos fazer um simples raciocínio para entendermos como Cristo se refere-se a si mesmo, e como se define, já que ele mesmo diz que é apenas o tabernáculo para as obras do Pai; Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim.

A primeira afirmação – Eu sou – só pode ser dita, sem mentir, apenas quem conhece a si mesmo de forma literal, de todos os modos e perspectiva. Eu que vos escrevo, não posso dizer que, Eu Sou com muita profundidade, porque amanhã mesmo posso fazer o oposto do que faço hoje. Por outro lado, só diz Eu sou quem sabe oque é, em natureza, em propósito, em consciência.

E como Cristo é o filho do Pai, pois conhece o Pai, e também o conhece, pois sabe porque o Pai o fez dessa forma, ele diz: Sou o caminho; Caminho porque ele leva ao Pai, e também a justificação da sua natureza salvadora. Ele também diz: Eu sou a Verdade; Verdade porque ele sabe quem é, e também sabe quem vai ser, e como não engana a si mesmo, tem a possibilidade de mostrar sempre e em qualquer circunstância o verdadeiro. Ele também diz: Eu sou a Vida; Vida porque é a verdade – sabe quem é, conhece a si próprio – e também porque é o caminho – caminho que leva ao Pai, porque é salvador, e esta é a sua missão.

Explicação

Disse-lhe Filipe: Senhor, mostra-nos o Pai, o que nos basta.

Disse-lhe Jesus: Estou há tanto tempo convosco, e não me tendes conhecido, Filipe? Quem me vê a mim vê o Pai; e como dizes tu: Mostra-nos o Pai? Não crês tu que eu estou no Pai, e que o Pai está em mim? As palavras que eu vos digo não as digo de mim mesmo, mas o Pai, que está em mim, é quem faz as obras. Crede-me que estou no Pai, e o Pai em mim; crede-me, ao menos, por causa das mesmas obras. Na verdade, na verdade vos digo que aquele que crê em mim também fará as obras que eu faço, e as fará maiores do que estas, porque eu vou para meu Pai. E tudo quanto pedirdes em meu nome eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho. Se pedirdes alguma coisa em meu nome, eu o farei. Se me amais, guardai os meus mandamentos.


Antes porém, vamos a uma explicação, para uma breve conclusão da natureza do Pai:

Do problema da percepção

É simples para nós, nos confundirmos com o todo, afinal, somos parte dele, de forma ativa, diferente dos animais, que pertencem a ele, porém, apenas de forma virtual, não tendo o poder de influência sobre, nem de construção sobre algo além do que já está prescrito em sua natureza. Dos grandes pensadores cristãos, não há entre eles, nenhum que atribuiu a singularidade humana, fora dos seus campos de virtudes. A prudência, fé, Sabedoria, ciência; todas elas em suas atividades, constroem o todo divino. “Divino adjetivo 1. Relativo a ou proveniente de Deus”. Vamos a uma definição filosófica de Deus – São duas as qualificações fundamentais que os filósofos atribuíram a Deus – a de Causa e a de Bem. Na primeira, Deus é o princípio que torna possível o mundo ou o ser em geral. Na segunda, é a fonte ou a garantia de tudo o que há de excelente no mundo, sobretudo no mundo humano.

Bem – A de se fazer aqui, uma separação entre as qualificações usadas na linguagem, para qualificar as concepções. Referindo-se a bem, como tudo aquilo que tem como propriedades qualitativa em sua natureza. Distinguindo-se da quantidade, pois ela não pode ser qualificação da qualidade. Pois quando dissemos; você é bom – estou dizendo que você é bom, e não quantitativamente bom. A qualidade é uma qualificação absoluta, pois somente ela sendo absoluta, ela será tão abrangente quanto a quantidade. Então quando dissemos que umas das qualificações de Deus é a de Bem, estamos dizendo em qualidade, e não em quantidade, ou em, quantidade da qualidade, ser Bem, significa em literalidade ser Bem, com todas as causas e efeitos que vem do conceito de Bem. Como a nossa tese, é sobre percepção, temos de concluir as qualificações sobre a própria, e foi neste sentido que escolhi Deus como ponto inicial, pela definição de ação que é própria dele, e também pelo seu conceito que é qualitativo. Portanto possibilitando tanto o pensamento quantitativo que pertence a ação, e o pensamento qualitativo que pertence ao seu conceito de Bem, no sentido de positividade plena.

Causa – O porquê de todos os filósofos, profetas, apóstolos, testemunharem a Deus pela vivência das virtudes, é a própria definição de causa. Podemos por início pensar em causa como ação inicial, onde, tudo é feito, tudo é possibilitado. Nesse sentido, Deus é a possibilidade do infinito, logo, por natureza, seria ele, conhecedor de todas as causas possíveis. Porem se ele é a causa de si mesmo, também é conhecedor de todas as suas causas [que para nós seria, efeitos], por natural, é ele conhecedor de todos os efeitos de suas causas. Isso se aplica a ele. Vale uma pergunta; isso se aplica a nós? Para responder com exatidão, teríamos de ter uma certeza definitiva de quem, ou oque, somos nós. Sem isso, é impossível delimitar o terreno da existência.

TESE SOBRE PERCEPÇÃO https://roqqe.home.blog/da-percepcao/

E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, para que fique convosco para sempre; O Espírito de verdade, que o mundo não pode receber, porque não o vê nem o conhece; mas vós o conheceis, porque habita convosco, e estará em vós. Não vos deixarei órfãos; voltarei para vós. Ainda um pouco, e o mundo não me verá mais, mas vós me vereis; porque eu vivo, e vós vivereis. Naquele dia conhecereis que estou em meu Pai, e vós em mim, e eu em vós. Aquele que tem os meus mandamentos e o guarda esse é o que me ama; e aquele que me ama será amado de meu Pai, e eu o amarei, e me manifestarei a ele.

Disse-lhe Judas (não o Iscariotes): Senhor, de onde vem que te hás de manifestar a nós, e não ao mundo?

Jesus respondeu, e disse-lhe: Se alguém me ama, guardará a minha palavra, e meu Pai o amará, e viremos para ele, e faremos nele morada. Quem não me ama não guarda as minhas palavras; ora, a palavra que ouvistes não é minha, mas do Pai que me enviou. Tenho-vos dito isto, estando convosco.

Mas aquele Consolador, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas, e vos fará lembrar de tudo quanto vos tenho dito. Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize. Ouvistes que eu vos disse: Vou, e venho para vós. Se me amásseis, certamente exultaríeis porque eu disse: Vou para o Pai; porque meu Pai é maior do que eu. Eu vo-lo disse agora antes que aconteça, para que, quando acontecer, vós acrediteis. Já não falarei muito convosco, porque se aproxima o príncipe deste mundo, e nada tem em mim; Mas é para que o mundo saiba que eu amo o Pai, e que faço como o Pai me mandou. Levantai-vos, vamo-nos daqui.

Essa é a promessa do Consolador, vamos fazer uma análise; Ele começa dizendo: E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, para que fique convosco para sempre.

Ah de se pensar que, com essa promessa, surgiria a mesma questão que surgiu à Judas (não o Iscariotes) onde ele diz: Senhor, de onde vem que te hás de manifestar a nós, e não ao mundo?

Jesus justifica dizendo: Se alguém me ama, guardará a minha palavra, e meu Pai o amará, e viremos para ele, e faremos nele morada.

E continuou Jesus: Mas aquele Consolador, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas, e vos fará lembrar de tudo quanto vos tenho dito.

Primeiro vamos descomplicar a questão do Espirito Santo; como já disse, todas definições dos Santos e Profetas é feita a partir das virtudes, que é própria do conceito de qualidade de Deus, então não será diferente com o Consolador.

Perceba que Jesus diz – E eu rogarei ao Pai; Rogar – pedir com insistência e humildade; suplicar, implorar.

Logo o Consolador vêm da parte de Deus, e isso significa que ele é por natureza diferente dos Santos, já que esses são formados, em mentalidade, e em conhecimento. A exemplo do Profeta Moisés que, foi ao monte para fazer as Leis e também por consequência conhecê-la em linguagem.

E foi sempre assim, com todos os Santos.

Mas o Consolador, um Espirito Santo que vem da parte de Deus, não é por natureza formado, mas sim criado pela natureza divina, o fazendo perfeito em toda sua natureza.

E é este Espirito, esse Consolador a quem nós louvamos na Igreja Apostólica, cuja passagem humana pelo nome de Rosa, a quem chamamos carinhosamente de Santa Vó Rosa.

Explicação

Ode a Santa dos Santos

Solo Nº 117

Quando nesta igreja entrei

O que vi era sem igual

Uma senhora muito linda

Com semblante divinal

Eu olhava admirado

E atento eu ouvia

Tudo que ela falava

Nada, nada eu esquecia

A cada dia que passava

Mais aumentava a minha fé

Nas palavras que eu ouvia

Daquela santa mulher

Do seu jeito de falar

Do seu jeito de andar

Do seu jeito de olhar

Do seu jeito de amar

Tudo que a Santa Vó fazia

Chamava a minha atenção

Tudo que ela falava

Falava ao meu coração

Com seu amor fraternal

Transformou o meu viver

Fui beijar as suas mãos

E nela passei a crer

Conheci a Santa Vó Rosa

Rainha do meu viver

Rainha do meu viver.

A precoce Olavista

A precoce Olavista

Um agente político é por natureza um percebedor da realidadecomo disse Aristóteles “O começo de toda ciência é repertório das opiniões admitidas dos agentes e interpretes em decorrência a documentação. E no campo específico da política, levando em conta o discurso de agente, e o seu próprio discurso, eles se distingue-se pelo seu objetivo, o discurso do agente político visa produzir uma ação ou situação, e do cientista apenas compreender.”

Portanto naturalmente, a questão se biparte-se em duas visões ou perspectivas da realidade.

1 – A visão de quem apenas percebe a política, é como um cientista que observa ações e reações em um efeito químico. Portanto é ele, conhecedor imaginativo e usa da previsão para chegar ao resultado desejado.

2 – A visão do agente político, é aquele que compõe a própria política, entende-se política como um sistema de ações e reações que não são pré programadas, mas sim idealizada pelo espectro político, sistema de crenças e ideais.

Com a inserção da personalidade Olavo de Carvalho no cenário político, com seu discurso um tanto quanto desconveniente, e explorador, e também por suas aulas que é de filosofia e não política, seus primeiros e mal alunos fizeram a façanha de confundir-se as duas visões para perceber o cenário político.

O próprio Olavo declarou que tem mais de 5mil alunos, dentre esses, ele acredita que por volta de 20 são gênios, declarado pelo mesmo. Também já declarou seu descontentamento com pessoas que o veem como professor, mas na primeira oportunidade de inserção ativa no cenário político, precocemente inseriram como possíveis portadores de suas opiniões.

E é este o atual problema em que temos vivenciado no presente.

Primeiro, começa sobre as questões Comunistas, Socialistas e Marxistas, que é de caráter cultural, filosófico ou até mesmo personalidade. E não de processo político, como entende-se essa questão na sociedade Brasileira – que é um tanto quanto particular por ser analfabeta – alguns que se dizem de direita e conservadores, e também que, fundamentam suas vozes na filosofia do Olavo, sem o devido conhecimento do próprio Olavo, não entendem a diferença entre essas duas realidades.

Como está expresso no texto de Aristóteles, o discurso do agente político é diferente do discurso do analisador ou cientista político; e é aqui que os atuais direitistas fazem confusão, o Olavo de Carvalho se comporta como um cientista político, portanto seu discurso é sempre em decorrência das ações já feitas pelos agentes políticos.

Estes agentes políticos – analfabetos funcionais – que não entendem nada de política, fazem a verdadeira confusão.

Para ser um agente político precisa estar unido, em propósito, símbolos, sentimentos e etc. E para estar unido precisa estar em ampla conexão com todo o sistema filosófico que compõe a direita. E por termos agentes políticos analfabetos funcionais, esta conexão com símbolos, sentimentos, não é possível. De modo a confundir a análise da realidade, com o seu propósito e sentimento, impossibilitando a qualificação.

S. Tomás de Aquino – Uma ação é boa, quando é boa no propósito, nos seus meios de execução, na causa da execução e no seu resultado.

O melhor exemplo dessa confusão, é os dois filhos do Presidente Bolsonaro – a exceção do terceiro que é possivelmente ladrão.

Importante

Hoje as pessoas querem ser vistas, mas pouco se importam em entender quem as vê. Hoje todos querem ser reconhecidos, mas pouco se importam em reconhecer.
Hoje todos querem ter alguém, mas pouco importam se são ou se dão a alguém. Hoje o mundo ta fácil, mas a vida difícil. Hoje temos tudo, porém não somos nada.

Sabe porque?

Porque, nos sujeitamos em sonhar pelos objetivos dos mais sucedidos. Porque nos sujeitamos a sentir o mesmo amor daqueles que tem a profissão de simular o amor.
Acabou a criatividade do coração.

Se tornamos sistemas de perguntas e respostas. Quanto à duvidas? São poderes malignos do diabo para te fazer ser quem ele quer ser. Só esquecemos de um detalhe, a pessoa que ele sempre quis ser, é Deus.