COaF! COaF! COaF!

Como disse anteriormente “Um comando moral, em um sistema de influência e sedução é uma incoerência em literalidade. Não existe em canto nenhum do globo, algo que é moral e ao mesmo tempo tem poder sobre outrem ou sobre algo, a relação de moralidade e poder é ambígua.”

Isto está comprovado com a atitude do Senador Flavio Bolsonaro, em uma perspectiva moral, não era concebível sequer a hipótese de se furtar sobre o caso, quanto mais se resguardar sobre o manto da atual injustiça jurídica do nosso país.
Se você achou que a atitude o Vice Presidente Mourão foi no mínimo indecente para a moralidade, engolir a atitude do Senador Flavio Bolsonaro é inconcebível. Sabemos que o processo de acusação do caso, nem o envolvia como réu, era apenas um processo de esclarecimento, do qual também imprestavelmente se furtou.


Sabemos que a moralidade e a justiça têm uma relação um tanto que conturbada, e certos arranjos jurídicos, principalmente na liga da injustiça brasileira vulgo STF, onde nunca prenderam ninguém. Ou o país é uma maravilha, ou né, complicado.

Para você entender melhor o caso, vou explicar. O agora Senador Flávio Bolsonaro foi envolvido em um certo tipo de transação bancária suspeita de 1,2 milhões, na conta do seu assessor Fabrício Queiroz, nessa mesma transações evolveu a primeira dama Michelle Bolsonaro, no valor de 24 mil, que foi explicada pelo Jair Bolsonaro em entrevista, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que o cheque é parte do pagamento de uma dívida de R$ 40 mil e que era possível até que mais depósitos surgissem. Sendo somente esse valor envolvendo o Presidente Jair Bolsonaro, as atenções se voltam ao Flavio e o próprio Queiroz.

Juridicamente legal, o plano do Flavio de alegar foro privilegiado, mesmo sendo contra anteriormente, (dizem que as pessoas mudam né, ou melhor reformular – O poder muda as pessoas, e o poder absoluto, muda absolutamente as pessoas). Se levarmos essa frase para o cotidiano ficará fácil compreender. Mas ainda o torna imoral. Mais imoral ainda, porque aí pecou contra sua própria palavra, que deveria ser sua honra.

Para você entender melhor o caso, vou explicar. O agora Senador Flávio Bolsonaro foi envolvido em um certo tipo de transação bancária suspeita de 1,2 milhões, na conta do seu assessor Fabrício Queiroz, nessa mesma transações evolveu a primeira dama Michelle Bolsonaro, no valor de 24 mil, que foi explicada pelo Jair Bolsonaro em entrevista, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que o cheque é parte do pagamento de uma dívida de R$ 40 mil e que era possível até que mais depósitos surgissem. Sendo somente esse valor envolvendo o Presidente Jair Bolsonaro, as atenções se voltam ao Flavio e o próprio Queiroz.

Com este caso podemos aprender que, “ O poder muda as pessoas, e o poder absoluto muda absolutamente as pessoas”.

23:59 -“Sou contra o Foro”
00:00 – “Oi, pode me dar foro?”

O poder corrompe, e o poder absoluto corrompe absolutamente.

Um comando moral, em um sistema de influência e sedução é uma incoerência em literalidade. Não existe em canto nenhum do globo, algo que é moral e ao mesmo tempo tem poder sobre outrem ou sobre algo, a relação de moralidade e poder é ambígua. O poder tende para a manipulação, sedução, e indução, a moralidade é o freio da manipulação, da sedução, da indução, portanto é fantasioso acreditar em um governo moral, pode até existir governos com boas atitudes, com altruísmo, mas nunca é pleno, será sempre em troca de algo. O poder corrompe, e o poder absoluto corrompe absolutamente. Esta frase do Paulo Guedes, tem a definição exata do que significa ter poder, e seguindo esse contexto a moral que deveria ser algo que trava o poder, torna combustível para tal, pois como disse anteriormente a moral tem o freio do poder, logo, ela se torna o próprio poder, então teremos pessoas com poderes morais para decidir, para manipular, seduzir, induzir algo ou alguém, e este é o poder mais perigoso que existe, silencioso, mas devastador. Me referi a poder como legitimidade para ação no campo físico, ou seja, no campo burocrático, e refiro a moral, como legitimidade no campo filosófico e psicológico, a aceitação plena através de conceitos enraizado na formação social. A legitimidade moral em um contexto de poder público, é vista com a aceitação exacerbada no processo legal da democracia. Fazer pelas pessoas nem sempre significa o que está na premissa, não é algo estático, como é proposto a ideia. Perceba que na frase “O poder corrompe, e o poder absoluto corrompe absolutamente” não existe a opção incorruptível, o que existe é apenas uma balança que se não pensada, corromperá absolutamente. Este é o mal da democracia, é a ideia de colocar o poder na balança e não se preocupar sempre em equilibra-la, se esquecermos sequer por um segundo dela, o poder corromperá, e o primeiro passo para tal, é a legitimidade moral, ela dará acesso a decisões que certamente influenciará a balança do poder. Vai aqui meu repúdio total a indicação do filho do presidente da república ao cargo de extrema importância nacional, e qualquer tipo de indicação familiar deste e de qualquer outro governo que venha chegar ao poder.

Revolucionai-vos

Aqueles que defendem a liberdade, a verdade histórica. A nossa realidade democrática depende deles, e somente deles, de seus juízos de valores, de seus ideais de luta contra o mal burguês do mundo, contra os brancos, contra os donos de produção. Com a moral elevada, quase transcendente eles têm os segredos não revelado de uma sociedade “progressista” (que na verdade não nada a ver com progresso). Uma sociedade onde se respeita e se ama, onde não existe ódio e o amor é pleno, a felicidade toma conta e a tristeza não existe, a sociedade é livre e não existe algo como “classe social” e consequentemente não tem diferenciação entre pessoas, crenças, fé e a verdade é única e absoluta. Os Deuses não existem, a cultura é algo que eleva sempre os menos favorecidos, sempre equilibrando a balança da desigualdade. Essa é a verdadeira face dos que lutam, daqueles que serram os punhos e elevam ao céu com a fé de que está construindo a verdadeira verdade.

Bom, parece ser incrível né? Pena que para chegar a isso você precisa matar, odiar, entristecer. Essa é a verdade dos revolucionários, o amor que eles propõem está sempre adiante, só precisa de alguns ajustes para chegar a ele. E como o fim é belo, pouco importa os meios.

Precoce inteligente

O peso qualitativo sobre o que se lê hoje, é arbitrariamente padronizado com as propagandas culturais das mídias, dos filmes e séries.
Antigamente ou antes do advento da internet mais especificamente das tecnologias de comunicação audiovisuais, para se formar o imaginário coletivo era preciso a comunicação real de muitas pessoas, precisava de um fator aglomerante, fazendo o processo ser muito lento, e como consequência, conter mais filtros morais ou qualitativos. Hoje vemos um processo quase que instantâneo de fatores aglomerantes, a exemplos de filmes e séries, ou um exemplo mais fútil os influenciadores digitais. Com a rapidez desse processo, as informações obtidas no cotidiano não passa pelo filtro moral ou qualitativo.
Aquela ideia de que se você pensar em um determinado assunto muitas vezes, terá um opinião diferente, um pouco mais elaborada, pois o processo de pensamento fará relações com o que você já tem como certo, errado, conveniente, desconveniente e etc. O decaimento cultural se dá por esse processo não ser utilizado como padrão, as informações vem e vão muito rápido, e então acaba muita coisa sendo falada/pensada, e pouca coisa aproveitada.